Na Cínica José Fontes recorremos à Osteopatia Chinesa, que é mais simples, directa e com métodos de diagnóstico mais rápidos.

A Osteopatia Chinesa (tradução não literal de Zheng Gu – corrigir ossos) é uma das diferentes áreas que constituem a Medicina Chinesa.

Na nossa clínica utilizamos esta área para realinhar as estruturas corporais, como é o caso da coluna vertebral, e para mobilizar, alinhar e recuperar os músculos, articulações, tendões, ligamentos, fáscias, etc.

Sendo uma das áreas da Medicina Chinesa, esta terapêutica beneficia dos princípios que regem e servem de guia para esta milenar prática médica.

Por isso, temos em consideração o equilíbrio do corpo no geral, e o sistema de meridianos/canais energéticos, que constituem uma rede que interliga todo o corpo, conecta os órgãos e os relaciona com a superfície do corpo.

 

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As correções podem ser realizadas puramente através de técnicas osteopáticas (consulta de Osteopatia).

Ou podem ser realizadas combinando outras terapêuticas médicas chinesas que potenciam os efeitos do tratamento, como é o caso da ventosaterapia chinesa, a massagem chinesa (tuina), e a acupuntura (consulta de Medicina Chinesa).

É um serviço integrado, global, com diferentes estímulos para um maior estímulo dos tecidos lesados e um melhor resultado global.

Em que situações é indicada

A Osteopatia Chinesa é indicada, como forma principal de tratamento ou como complemento, nas seguintes situações:

  • Dores nas costas: dor lombar ou dor dorsal
  • Dor no pescoço e torcicolo
  • Dores musculares: agudas ou crónicas
  • Tensões e contracturas musculares
  • Tendinites, tendinoses e bursites
  • Dores crónicas
  • Dor ciática (ciatalgia)
  • Hérnias discais
  • Entorses
  • Disfunções da ATM (articulação temporo-mandibular)
  • Dores durante a gravidez
  • Dores de cabeça e enxaquecas
  • Dor nos joelhos
  • Dor no ombro e cotovelo
  • Dor no pulso e tornozelo
  • Lesões desportivas
  • Lesões por esforço e pelo trabalho

O que acontece durante a consulta de Osteopatia Chinesa?

Nesta consulta o paciente é avaliado para uma compreensão do que se passa com o seu corpo, quais as estruturas afectadas e quais as posturas incorrectas que estão a gerar o problema.

De seguida são combinadas técnicas de tratamento, que incluiem-se correções osteo-articulares, mas também o tratamento de todo o tecido envolvente, sejam músculos, tendões, ligamentos ou fáscias. Este trabalho é muito importante para que a correcção articular que é feita no final do tratamento seja suave e o efeito perdure no tempo.

Caso contrário, ou seja, se é apenas feita a manipulação da articulação, o problema normalmente volta passados poucos dias. Isto acontece porque os músculos tensos puxam os ossos, alterando-lhes a posição. Quando o músculo (e outros tecidos) é relaxado e depois os ossos alinhados, o resultado é perfeito.

Quantos tratamentos são necessários?

O número de tratamentos dependerá da condição em que se encontra. No entanto, em média, são necessários quatro a cinco tratamentos.

Porquê recorrer ao nosso método de tratamento?

O nosso método de tratamento engloba:

  • Avaliação cuidada do paciente
  • Tratamento com diferentes técnicas para obter o melhor resultado
  • Tratamento do tecido mole (músculos, tendões, etc)
  • Tratamento da articulação (correcção articular, alinhamento da coluna)

A importância de uma boa avaliação

Quando é descoberta a origem do problema, este pode ser eliminado desde a raiz.

Apresentamos dois casos clínicos para que compreenda melhor:

Caso clínico 1

Paciente com dor lombar, com predominância do lado direito. Após o tratamento muscular, com massagem terapêutica (Tui Na), o paciente sentia-se muito melhor, mas ainda tinha alguma dificuldade em flexionar o tronco para a frente. Foram então realizadas manobras de correção osteo-articulares para corrigir a subluxação articular das vértebras lombares que se encontravam desalinhadas. Após a correcção, o paciente deixou de sentir qualquer dor.

Não adiantaria tratar apenas os locais afectados, porque se assim fosse, as dores voltariam mais cedo ou mais tarde.

Caso clínico 2

Paciente com dor no joelho esquerdo. Já apresenta artroses e desgaste da cartilagem do joelho. Na avaliação foram também detectados desequilíbrios musculares que interferiam com o encaixe da rótula e uma forma errada de pousar o pé no chão. O tratamento consistiu em corrigir todas estas alterações por forma a obter bom resultado e o paciente ficar bem a curto, médio e longo prazo.

 

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